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Flamengo vence o São Paulo e é tetracampeão da Copinha

Rubro-negro supera pressão do adversário e faz a festa no Pacaembu

Wendel abre o placar para o Flamengo sobre o São Paulo  

Foi mais no suor que na habilidade. Mais na entrega que no talento. Dominado pelo São Paulo durante toda a partida, o Flamengo conseguiu aproveitar a vantagem obtida ainda no segundo minuto de jogo e conquistou o tetracampeonato da Copa São Paulo de Futebol Júnior (1 a 0), na manhã desta quinta-feira, no Pacaembu, na capital paulista.

A trajetória rubro-negra foi marcada por surpresas. Com um time mais jovem do que o habitual, graças ao aproveitamento precoce dos talentos da geração entre os profissionais, o Flamengo não era considerado pronto para conquistar a Copinha. Mas superou um a um seus adversários, conquistou terreno com a eliminação de favoritos e, diante de um Pacaembu cheio, ficou com a taça.

— Os jogadores que ficaram aqui deram conta do recado. Todos nós somos merecedores disso tudo — disse o atacante Lucas Silva.

Logo aos 2 minutos de jogo, o atacante Wendel, de atuações irregulares na competição, aproveitou uma cobrança de escanteio para fazer 1 a 0. A partir daí, o tricolor paulista, este sim favorito, exerceu o domínio tático, técnico e físico. Durante toda a segunda etapa, coube ao sistema defensivo do Flamengo conter uma pressão das mais intesas.

Apesar do esgotamento dos jogadores, que reforçaram o time principal no Campeonato Carioca durante a própria Copinha, o placar não se alterou mais. Em boa parte devido à ótima atuação do goleiro Yago, que salvou inúmeras vezes o time, que foi alvejado pelo ataque adversário até o minuto final.

— Agradeço a essa torcida maravilhosa, que vem nos acompanhando a cada jogo. Não consigo descrever essa atuação. Só tenho a agradecer a Deus por isso — comemorou Yago.

O triunfo diante do São Paulo fez com que o Flamengo mantivesse sua hegemonia em finais da Copinha. Por quatro vezes, o Rubro-negro chegou à decisão. Em todas, ficou com a taça: em 1990, diante do Juventus-SP; em 2011, contra o Bahia; em 2016, diante do Corinthians; e o tetra, sobre o tricolor.

— Essa conquista não tem tamanho. Os garotos sofreram muito para chegar até aqui, foram muitos defalques, contusões… No final, conseguimos, com raça, chegar lá — festejou o presidente Eduardo Bandeira de Mello.

 

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